Na Grécia antiga, as diversas organizações sonoras (ou formas
de organizar os sons) diferiam de região para região, consoante as
tradições culturais e estéticas de cada uma delas. Assim, cada uma das
regiões da antiga Grécia deu origem a um modo (organização dos sons
naturais) muito próprio, e que adaptou a denominação de cada região
respectiva. Desta forma, aparece-nos o modo dórico (Dória), o modo
frígio (da região da Frígia), o modo lídio (da Lídia), o modo jónio (da
região da Jónia) e o modo eólio (da Eólia). Também aparece um outro —
que é uma mistura dos modos lídio e dórico — denominado modo
mixolídio.
História
Historicamente, os modos eram usados especialmente na música
litúrgica da Idade Média, sendo que poderíamos também classificá-los
como modos "litúrgicos" ou "eclesiásticos". Existem historiadores que
preferem ainda nomeá-los como "modos gregorianos", por terem sido
organizados, também, pelo papa Gregório I, quando este se preocupou
em organizar a música na liturgia de sua época. No final da Idade
Média a maioria dos músicos foi dando notória preferência aos modos
jónio e eólio que posteriormente ficaram populares como Escala maior e
Escala menor. Os demais modos ficaram restritos a poucos casos, mas
ainda são observados em diversos gêneros musicais. O sétimo modo, o
lócrio foi criado pelos teóricos da música para completar o ciclo, mas é
de raríssima utilização e pouca aplicabilidade prática. De fato, o modo
lócrio existe como padrão intervalar, mas não como modo efetivamente,
visto que a ausência da quinta justa impede que haja sensação de
repouso na tríade sobre a nota fundamental. Por outro lado, tanto a
música erudita quanto a música popular do século XX (marcadamente o
jazz) acolheram o uso da quarta aumentada (ou quinta diminuta), pois a
tensão proporcionada pela dissonância pode ser aproveitada com
finalidades expressivas.(Fonte:Wikipedia) hehehe
sexta-feira, 16 de abril de 2010
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